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Morre Bagre Fagundes, ícone da cultura gaúcha e coautor de “Canto Alegretense”, aos 86 anos

O Rio Grande do Sul perdeu neste domingo, 2 de agosto, um de seus maiores representantes da cultura tradicionalista. Euclides Fagundes Filho, o Bagre Fagundes, morreu aos 86 anos, em Porto Alegre, após permanecer internado desde maio, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória provocada por um engasgo durante um almoço em casa. A morte foi confirmada pela família no fim da tarde deste domingo. Natural de Uruguaiana e criado em Alegrete, Bagre Fagundes construiu uma trajetória marcante na música nativista. Instrumentista, compositor, cantor e defensor das tradições gaúchas, tornou-se conhecido em todo o Estado por integrar o grupo Os Fagundes, ao lado dos filhos Ernesto, Neto e Paulinho, mantendo vivo um legado que atravessou gerações. Bagre entrou para a história como coautor de “Canto Alegretense”, considerada uma das canções mais emblemáticas da música gaúcha. A melodia foi criada por ele, enquanto a letra é de seu irmão Nico Fagundes. Juntos, também assinaram outros sucessos, como “Origens”, tema de abertura do programa Galpão Crioulo por quase quatro décadas. Além da carreira artística, Bagre era reconhecido pela simplicidade, pelo carinho com o público e pela dedicação à preservação da identidade cultural do Rio Grande do Sul. Seu trabalho influenciou gerações de músicos e ajudou a levar a música regional para todo o país. Até a publicação desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento. Reportagem: Márcio Prado – Portal de Notícias Legal / Rádio Web Top Show

Imagens mostram impressionante célula de tempestade sobre a Região das Missões e assustam moradores

As imagens registradas no final da tarde desta terça-feira (28 de julho) mostram uma impressionante célula de tempestade entre os municípios de Sete de Setembro e Giruá, na Região das Missões, no Rio Grande do Sul. A formação, com aspecto semelhante ao de um tornado, chamou a atenção de moradores e motoristas que acompanhavam o avanço do sistema. A área estava sob alerta da Defesa Civil para temporais, com previsão de chuva intensa, queda de granizo, descargas elétricas e fortes rajadas de vento. Ao longo da tarde, as instabilidades provocaram episódios de granizo e diversos transtornos em municípios da Região das Missões, reforçando a intensidade do sistema meteorológico que avançou sobre o Estado. Até o momento, não há confirmação oficial de que a formação registrada seja um tornado. As imagens mostram uma célula de tempestade de grande porte, que segue sendo analisada pelos órgãos de meteorologia. A Defesa Civil orienta a população a permanecer atenta aos alertas oficiais, evitar áreas de risco durante os temporais e buscar abrigo em locais seguros sempre que houver ocorrência de ventos fortes, raios ou queda de granizo. Reportagem: Márcio Prado – Portal de Notícias Legal / Rádio Web Top Show

Defesa Civil do RS atualiza prognóstico hidrológico e alerta para risco de cheias, alagamentos e temporais

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou, nesta sexta-feira (17), o prognóstico hidrológico para os próximos dias e emitiu um novo alerta para o risco de elevação dos níveis de rios, arroios e ocorrência de alagamentos em diversas regiões do Estado. A preocupação é maior nas áreas do Oeste, Sul e na divisa com o Uruguai, onde estão previstos os maiores volumes de chuva. Segundo o Centro de Monitoramento da Defesa Civil, a condição hidrológica atual apresenta rios em níveis considerados normais ou baixos. No entanto, com a previsão de chuvas moderadas a intensas ao longo do fim de semana, há possibilidade de rápida elevação dos cursos d’água, provocando alagamentos em áreas urbanas, enxurradas e cheias em pequenos rios e arroios. Municípios destacados em amarelo e laranja no mapa hidrológico estão em condição de atenção e alerta. Além da chuva intensa, a previsão meteorológica indica risco de temporais isolados com queda de granizo, descargas elétricas e rajadas de vento que podem ultrapassar os 90 km/h, principalmente nas regiões Oeste, Campanha e Sul do Estado. A Defesa Civil orienta que a população acompanhe os avisos oficiais, evite áreas alagadas, não atravesse pontes ou trechos inundados e fique atenta à evolução das condições do tempo. O órgão seguirá monitorando a situação e poderá emitir novos alertas conforme a evolução do cenário meteorológico e hidrológico. Reportagem: Márcio Prado – Portal de Notícias Legal / Rádio Web Top Show

Chuvas intensas provocam alagamentos e deixam famílias desalojadas em Coronel Bicaco

As fortes chuvas que atingem o município de Coronel Bicaco, no Norte do Rio Grande do Sul, desde o sábado (27), seguem causando transtornos neste domingo (28). Diversos pontos da cidade foram tomados pela água, provocando alagamentos, desalojando famílias e mobilizando equipes da Prefeitura, Defesa Civil e voluntários. As áreas mais afetadas estão localizadas entre as ruas Antônio Fonseca e Reinaldo Zanella, onde a água invadiu residências e obrigou moradores a deixarem suas casas. O nível da enchente continua sendo monitorado pelas equipes municipais. O resgate das famílias ocorreu com o auxílio de máquinas da Prefeitura, caminhonetes de voluntários e embarcações, utilizadas para alcançar locais onde o acesso por terra ficou comprometido. Entre as ocorrências atendidas, um idoso acamado precisou ser retirado de sua residência por servidores da Secretaria Municipal de Obras, devido à dificuldade de locomoção. Em diversas casas, móveis e outros bens foram atingidos pela água. Também foram realizados resgates na Vila Diniz e no bairro Santa Maria, onde barcos foram utilizados para garantir a retirada segura dos moradores. As famílias desalojadas estão sendo acolhidas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosalina Diniz de Souza, definida pela administração municipal como abrigo temporário. Apesar dos prejuízos materiais, até o momento não há registro de feridos. As equipes seguem mobilizadas e monitorando a situação, já que a previsão indica continuidade das chuvas nas próximas horas. A orientação das autoridades é para que a população evite áreas alagadas, não tente atravessar locais com correnteza e acione os órgãos de emergência em caso de necessidade. Fonte: Observador Regional Reportagem: Márcio Prado – Portal de Notícias Legal Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

Nego Di e esposa são condenados por estelionato, lavagem de dinheiro e rifas ilegais

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou o influenciador e humorista Nego Di, nome artístico de Dilson Alves da Silva Neto, e sua esposa, Gabriela Vicente de Sousa, por crimes relacionados a um esquema de rifas ilegais e lavagem de dinheiro. Conforme divulgado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Nego Di foi condenado a 14 anos e 6 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e promoção de loteria ilegal. Já Gabriela Vicente de Sousa recebeu pena de 8 anos e 4 meses de prisão em regime fechado por participação no esquema. De acordo com a investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), o casal teria promovido rifas eletrônicas fraudulentas que movimentaram mais de R$ 2,5 milhões. Um dos principais casos apurados envolveu o sorteio de um veículo Porsche, avaliado em mais de R$ 500 mil, cujo prêmio não teria sido entregue ao suposto vencedor. As investigações apontaram que o ganhador divulgado era fictício e que houve manipulação no resultado da rifa. O Ministério Público também identificou a movimentação e ocultação de recursos por meio de contas de terceiros e empresas, caracterizando o crime de lavagem de dinheiro. Segundo o órgão, os valores obtidos nas rifas ilegais eram direcionados para diversas contas bancárias antes de retornarem ao patrimônio dos investigados. Outro ponto destacado na sentença refere-se à divulgação de um comprovante de PIX relacionado às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. A Justiça entendeu que houve utilização de documento falso ao ser apresentada uma suposta doação milionária que não teria ocorrido da forma divulgada. A decisão ainda cabe recurso. Reportagem: Márcio Prado – Portal de Notícias Legal Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

Ônibus tomba na Freeway e deixa uma pessoa morta e 11 feridos

Domingo, 7 de junho de 2026 Um grave acidente envolvendo um ônibus de passageiros foi registrado na noite deste sábado (6) na Freeway (BR-290), entre os municípios de e . De acordo com informações da , o coletivo da saiu da pista e tombou às margens da rodovia por volta das 22h20, no km 42, no sentido Osório–Porto Alegre. Uma mulher morreu no local em decorrência dos ferimentos. Além da vítima fatal, outras 11 pessoas ficaram feridas e precisaram de atendimento médico. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, CCR ViaSul e Polícia Rodoviária Federal foram mobilizadas para o resgate das vítimas. Segundo informações preliminares, o ônibus fazia o trajeto entre Curitiba e Porto Alegre quando ocorreu o acidente. As circunstâncias que levaram o motorista a perder o controle do veículo ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. O atendimento à ocorrência mobilizou diversas equipes de emergência durante toda a noite, exigindo atenção redobrada dos motoristas que trafegavam pelo trecho. A Polícia Rodoviária Federal seguirá investigando as causas do acidente. Reportagem: Márcio Prado — Portal de Notícias Legal 🌐 www.portaldenoticiaslegal.com.br🌐 www.webtopshow.com.br Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

Em 13 horas, estradas estaduais do RS registram dez acidentes, com um morto e oito feridos

O Rio Grande do Sul teve um início de fim de semana do Dia das Mães marcado pela violência no trânsito nas rodovias estaduais. Em um intervalo de 13 horas, entre a noite de sábado (09) e a manhã deste domingo (10), dez acidentes deixaram uma pessoa morta e outras oito feridas, conforme informações do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). O caso mais grave ocorreu na ERS-040, entre Viamão e Capivari do Sul, por volta das 21h40min de sábado. Um homem de 34 anos morreu após ser atropelado no quilômetro 47 da rodovia. A vítima estava com uma bicicleta no momento do acidente, mas não foi possível confirmar se pedalava ou empurrava o veículo. O motorista envolvido não foi identificado. No Litoral Norte, em Cidreira, um homem de 58 anos foi atropelado no quilômetro 42 da ERS-786. Segundo informações, ele atravessava a pista quando foi atingido por um Peugeot 307. A vítima foi socorrida pelo Samu e encaminhada para atendimento médico. Em Presidente Lucena, um acidente envolvendo três veículos foi registrado no quilômetro 5 da VRS-865. Apesar da colisão, houve apenas danos materiais. Já em Sapiranga, um Fiat Uno Mille atravessou o canteiro central da ERS-239 e colidiu lateralmente contra um Renault Kwid. O motorista do Uno fugiu do local. Na ERS-040, em Viamão, um homem de 40 anos ficou ferido após capotar um Fiat Palio Weekend no quilômetro 9 da rodovia. Ele foi socorrido pelo Samu. Durante a madrugada deste domingo, outros acidentes também mobilizaram equipes de resgate em diversas regiões do Estado. Em Paraíso do Sul, um motorista de 74 anos perdeu o controle de um Volkswagen Jetta na RSC-287 e colidiu contra o letreiro da cidade e uma árvore. Ele não ficou ferido. Em Venâncio Aires, uma colisão frontal entre uma Ford Ranger e um micro-ônibus deixou um homem de 44 anos com ferimentos leves. Na ERS-344, em Santo Ângelo, um motorista de 32 anos ficou ferido após capotar um Chevrolet Celta. Já em Vila Maria, uma mulher de 27 anos ficou ferida após perder o controle de um Chevrolet Onix durante uma ultrapassagem na ERS-324 e colidir contra um caminhão. Em Canela, na Serra Gaúcha, dois homens ficaram feridos após um Fiat Fastback sair da pista e atingir uma árvore na ERS-235. As autoridades reforçam o alerta para que motoristas redobrem os cuidados nas estradas, principalmente durante o feriado do Dia das Mães, período de maior fluxo nas rodovias gaúchas. Fonte: Correio do Povo Reportagem: Márcio Prado — Portal de Notícias Legal Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

📰 Tradicional empresa Unesul encerra operações no RS e linhas passam para Ouro e Prata e Planalto

Mudança no transporte rodoviário gaúcho começa a valer neste mês de maio A tradicional empresa de transporte rodoviário encerrou oficialmente a operação de suas linhas intermunicipais e interestaduais no Rio Grande do Sul. A mudança começou a valer no último final de semana e marca uma nova fase no transporte rodoviário gaúcho. Com autorização da , do e da , as linhas da empresa passarão a ser operadas pela e pela . A transferência das operações ocorrerá gradualmente ao longo do mês de maio. As linhas que atendem o Litoral Norte gaúcho também fazem parte da mudança e serão redistribuídas entre as empresas que assumirão os trajetos anteriormente realizados pela Unesul. A Viação Ouro e Prata já possuía participação na Unesul desde 2016, quando adquiriu parte da empresa e passou a compartilhar a gestão com os antigos proprietários. Em nota, a Unesul informou que a mudança não deverá causar impactos aos passageiros. Segundo a empresa, todos os horários e itinerários seguem mantidos normalmente durante o processo de transição. “Estão mantidos todos os itinerários e horários em operação e as passagens adquiridas antecipadamente com a Unesul serão aceitas normalmente pelas empresas”, informou a companhia. A partir deste mês, as passagens das linhas anteriormente operadas pela Unesul poderão ser adquiridas diretamente nos sites da Ouro e Prata, da Planalto Transportes e também nas rodoviárias. Ainda conforme a empresa, a reestruturação busca proporcionar “melhoria na experiência do cliente e ampliação da eficiência operacional”. Reportagem: Márcio Prado — Portal de Notícias Legal Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

Dois anos da maior tragédia climática do Rio Grande do Sul: enchentes de maio de 2024 deixaram marcas eternas no Estado

Nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, o Rio Grande do Sul relembra os dois anos do início da maior enchente da história gaúcha, uma tragédia que mobilizou forças de segurança, voluntários e milhares de brasileiros em uma das maiores correntes de solidariedade já vistas no país Sexta-feira, 1 de maio de 2026 Há exatamente dois anos, o Rio Grande do Sul começava a viver um dos períodos mais dramáticos de sua história. No dia 1º de maio de 2024, as fortes chuvas que atingiram praticamente todo o território gaúcho provocaram enchentes, deslizamentos, destruição de cidades inteiras e uma tragédia humana sem precedentes. O desastre climático afetou centenas de municípios, deixando mortos, desaparecidos, milhares de famílias desalojadas e cidades completamente destruídas. As águas tomaram ruas, bairros e comunidades inteiras, interrompendo rodovias, destruindo pontes e isolando regiões do Estado. As imagens da época chocaram o Brasil e o mundo. Cidades como Porto Alegre, Canoas, Eldorado do Sul, Muçum, Roca Sales, Lajeado, Cruzeiro do Sul e diversos municípios da Serra Gaúcha ficaram devastados pela força das águas. O lago Guaíba atingiu níveis históricos e superou marcas registradas desde a enchente de 1941. Em muitos locais, moradores ficaram ilhados sobre telhados aguardando resgate por horas e até dias. Mobilização histórica de órgãos públicos Diante da dimensão da tragédia, uma das maiores forças-tarefa já vistas no Rio Grande do Sul foi colocada em prática. Diversos órgãos públicos atuaram de forma integrada nas operações de resgate, salvamento e assistência humanitária. A Defesa Civil Estadual coordenou ações emergenciais, monitorando áreas de risco, emitindo alertas e organizando os atendimentos às cidades atingidas. O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul teve atuação decisiva nos resgates. Milhares de pessoas foram retiradas de áreas alagadas com auxílio de barcos, jet skis, botes e helicópteros. Os bombeiros também participaram do salvamento de animais, atendimento emergencial e apoio aos abrigos. A Brigada Militar atuou na segurança das áreas evacuadas, no auxílio aos resgates e no suporte aos desabrigados. Policiais militares permaneceram por dias em regiões inundadas ajudando famílias ilhadas. As Forças Armadas, através do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira, mobilizaram aeronaves, embarcações, caminhões e efetivos militares para auxiliar na logística, distribuição de donativos e retirada de moradores de áreas isoladas. A Polícia Civil participou das buscas por desaparecidos, identificação de vítimas e apoio às operações emergenciais. A Polícia Rodoviária Federal e o Comando Rodoviário da Brigada Militar trabalharam no bloqueio de rodovias, orientação aos motoristas e apoio no deslocamento de equipes de socorro. Equipes do Samu, profissionais da saúde, secretarias municipais, assistentes sociais, servidores públicos e equipes de hospitais também tiveram papel fundamental durante o período de calamidade. As prefeituras dos municípios atingidos montaram abrigos emergenciais, cozinhas solidárias e centros de arrecadação para atender milhares de famílias afetadas. A força dos voluntários emocionou o Brasil Se houve algo que marcou profundamente aqueles dias de tragédia, foi a solidariedade do povo gaúcho e dos brasileiros. Milhares de voluntários saíram de casa para ajudar desconhecidos. Pessoas comuns utilizaram barcos particulares, jet skis, tratores, caminhonetes e até cordas improvisadas para salvar famílias inteiras em meio às enchentes. Centros comunitários, igrejas, salões paroquiais e ginásios foram transformados em abrigos improvisados. Muitas famílias abriram as portas de casa para acolher vítimas que perderam tudo. Cozinhas solidárias produziram milhares de refeições diariamente para desabrigados, voluntários e equipes de resgate. Outro trabalho que emocionou o país foi o resgate de animais. Voluntários de diversas cidades atuaram no salvamento de cães, gatos, cavalos e outros animais ilhados pelas águas. Empresários, caminhoneiros e motoristas também participaram da corrente solidária, transportando alimentos, roupas, colchões, água e produtos de higiene vindos de diversos estados do Brasil. Em muitos locais, os primeiros atendimentos chegaram através da própria população antes mesmo do acesso das equipes oficiais, devido às dificuldades provocadas pela destruição de estradas e pontes. Reconstrução ainda segue em andamento Dois anos depois da tragédia, muitas cidades seguem trabalhando na reconstrução de bairros, estradas, escolas e moradias destruídas pelas enchentes. Diversos municípios precisaram rever projetos urbanos, sistemas de drenagem e medidas de prevenção contra novos eventos climáticos extremos. A tragédia também trouxe um debate nacional sobre mudanças climáticas, prevenção de desastres naturais e investimentos em infraestrutura. Uma data que jamais será esquecida O 1º de maio de 2024 ficará marcado para sempre na memória dos gaúchos. Uma tragédia que trouxe dor, perdas e destruição, mas que também revelou a força da solidariedade, da união e da coragem de milhares de pessoas. Dois anos depois, o Rio Grande do Sul segue reconstruindo cidades, histórias e vidas, mantendo viva a lembrança daqueles que perderam tudo e homenageando todos os profissionais e voluntários que ajudaram o Estado no momento mais difícil de sua história. Reportagem: Márcio Prado — Portal de Notícias Legal Sigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

🚨 Pedágio free flow gera revolta: Paraná suspende cobrança e pressão cresce no RS

Multas irregulares derrubam sistema no PR e acendem alerta entre motoristas gaúchos, que também cobram mudanças A decisão de suspender o pedágio eletrônico free flow no Paraná acendeu um sinal de alerta em todo o país e no RS não é diferente. Enquanto no Paraná a determinou a suspensão após problemas com multas consideradas irregulares, no RS a situação ainda segue sem mudança oficial mas com pressão crescente. ⚠️ Multas em massa geram revolta no RS O sistema de pedágio sem cancela já virou alvo de críticas entre motoristas gaúchos. O alto número de autuações e as dificuldades no pagamento colocaram o modelo em xeque. Usuários relatam falta de informação clara, prazos curtos e acúmulo de penalidades cenário que levanta suspeitas e indignação. 🏛️ Pressão política e investigações Diante da repercussão, o tema já entrou no radar de autoridades no Estado. Investigações e debates políticos buscam entender possíveis falhas no sistema e até discutir mudanças no modelo. Há, inclusive, pressão para revisão das multas e maior transparência na cobrança. 🇧🇷 Mudança pode vir de Brasília No cenário nacional, o governo federal estuda medidas para amenizar o problema, incluindo a possibilidade de suspender temporariamente multas e pontos na CNH para quem não pagou o pedágio eletrônico. Se a medida avançar, ela pode beneficiar motoristas de todo o país, incluindo os gaúchos. 🚧 Sistema segue valendo — por enquanto Apesar da polêmica: 📢 Alerta para motoristas A recomendação é clara: quem utiliza rodovias com free flow deve ficar atento aos prazos de pagamento e aos canais oficiais, evitando novas multas. Reportagem: Márcio Prado — Portal de Notícias LegalSigam nossas redes sociais no Facebook e no Instagram.

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